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Thácio Siqueira Agendar

10 de dezembro de 2024 · 3 min de leitura

Na ceia de Natal, ninguém sabe quem começa a oração

Na ceia de Natal, ninguém sabe quem começa a oração

A ceia de Natal na maioria das casas católicas acontece assim: come-se muito bem, fala-se de tudo, e ninguém reza. Não por má vontade. É que ninguém sabe quem começa, nem o que dizer, e o silêncio de três segundos que se abriria antes da oração dá um constrangimento que todo mundo prefere evitar.

Foi por isso que escrevi o Guia Espiritual para a Ceia de Natal. Ele resolve um problema de logística, não de fé: põe na mão de alguém o que dizer e em que ordem, para que a coisa aconteça sem que ninguém precise improvisar diante de quinze parentes.

O que tem dentro:

  • As orações da mesa — bênção dos alimentos, oração pela família, oração pelos ausentes e pelos que morreram. Curtas, para ler em voz alta.
  • Um exame de consciência do ano, para quem quiser fazer antes de sentar. Cabe em dez minutos no quarto.
  • As leituras do nascimento, com o contexto de cada uma — o que era Belém, o que era um recenseamento, por que os pastores.
  • As letras dos cânticos, «Noite Feliz» e «Ó Vinde, Fiéis» inclusive, porque metade da mesa só sabe o refrão.

Não é para transformar a ceia em celebração litúrgica. É para que, no meio dela, haja cinco minutos em que a família toda fala com Deus junta — e uma criança que estiver ali veja isso acontecer.

Está na Biblioteca, em PDF, para imprimir se quiser.

Feliz e santo Natal.

Thácio Siqueira

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