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Academia Espiritual · arquivo

2 de outubro

sexta-feira, 2 de outubro de 2026 — a formação do dia.

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Três minutos, na minha voz, com uma história dos Padres do Deserto, no horário que você escolher. É de graça. É só me chamar no WhatsApp.

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05:00 · Oração da manhã

Oração Mental da Manhã

2 min de leitura

Evangelho de hoje
Mt 18,1–5.10

Os discípulos chegam a Jesus com uma disputa em aberto: quem é o maior. Jesus chama uma criança e a coloca no meio do grupo.


"Se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus."

"Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus."

"Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus."


Reflexão guiada

1. A criança no meio

Jesus não responde à disputa com um argumento. Ele chama uma criança — alguém que não tem voto, não tem cargo, não tem nada a defender — e a coloca no centro da conversa.

O gesto já é a resposta. O Reino não se mede por quem chegou mais longe, mas por quem aprendeu a ficar pequeno. E ficar pequeno, aqui, é a postura de quem sabe que depende.

2. A disputa que cada um carrega

A pergunta dos discípulos parece ingênua, mas é a pergunta que atravessa a manhã de muita gente. Às vezes ela aparece no trabalho — quem é reconhecido, quem é preterido. Às vezes aparece dentro de casa, em silêncio.

Essa necessidade de ser o maior cansa. Ela nunca descansa: sempre há alguém à frente, sempre há uma posição que escapa. A criança que Jesus coloca no meio não está competindo com ninguém.

3. Os anjos que veem o Pai

Jesus fecha com uma frase que poucos param para ouvir: os anjos dos pequeninos veem sem cessar a face do Pai. Isso significa que os pequenos estão sob um olhar constante — guardados por quem tem acesso direto a Deus.

A Primeira Leitura diz o mesmo de outra forma: o anjo vai à frente, guarda o caminho, conduz. Quem aceita ser conduzido chega. Quem insiste em ir na frente por conta própria perde o guia.


Colóquio

Vós que pusestes uma criança no meio de homens que disputavam — olhai para o que há em mim de disputa ainda não nomeada.

Dai-me a coragem de ficar pequeno, como quem confia que Vós guardais os que se deixam conduzir.

Consagrai este dia ao vosso olhar. Que eu não passe por nenhum pequenino sem reconhecer que ele também está sob vossa guarda. Amém.


Propósito do dia:

Em algum momento desta manhã, identifico em silêncio uma situação em que estou competindo onde devia estar confiando — e ofereço esse lugar a Deus, pedindo a simplicidade de quem sabe que é conduzido.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

O «Ouvir» lê o texto com a voz do seu celular.

08:00 · Sentença dos Padres do Deserto

Hora das Sentenças dos Padres do Deserto

2 min de leitura

Vou contar uma visão que um dos monges mais antigos do deserto teve — e que ele mesmo preferiu narrar como se fosse história de outro. É sobre o quanto a gente pode trabalhar muito e, mesmo assim, não sair do lugar.

A sentença de hoje

Abba Davi disse: "Abba Arsênio nos contou o seguinte como se fosse a respeito de outra pessoa, mas na verdade era a respeito dele mesmo. Um ancião estava sentado em sua cela e uma voz chegou a ele dizendo: 'Vem, e eu te mostrarei as obras dos homens.' Ele se levantou e seguiu. A voz o conduziu a um certo lugar e lhe mostrou um etíope cortando lenha e fazendo uma grande pilha. Ele se esforçava para carregá-la, mas em vão. Em vez de tirar um pouco, ele cortava mais lenha e a acrescentava à pilha. Fez isso por muito tempo. Avançando um pouco mais, o ancião viu um homem parado à beira de um lago, tirando água e despejando-a num recipiente furado, de modo que a água corria de volta para o lago. Então a voz disse ao ancião: 'Vem, e eu te mostrarei outra coisa.' Ele viu um templo e dois homens a cavalo, um diante do outro, carregando uma peça de madeira atravessada. Eles queriam entrar pela porta, mas não conseguiam, porque seguravam a madeira atravessada. Nenhum dos dois cedia ao outro para carregar a madeira de frente; e assim permaneciam do lado de fora da porta. A voz disse ao ancião: 'Esses homens carregam o jugo da justiça com orgulho e não se humilham para se corrigir e caminhar pela via humilde de Cristo. Por isso permanecem fora do Reino de Deus. O homem que corta a lenha é aquele que vive em muitos pecados e, em vez de se arrepender, acrescenta mais faltas aos seus pecados. O que tira a água é aquele que pratica boas obras, mas as mistura com obras más e assim estraga até mesmo suas boas ações. Por isso, cada um deve estar atento às suas ações, para não trabalhar em vão.'"

Arsênio — dito 33. Sentenças dos Padres do Deserto, coleção alfabética (trad. inglesa de Benedicta Ward, SLG). Tradução nossa.

Há dias em que a pessoa faz mais do que deveria, promete mais do que pode cumprir, acrescenta compromissos a uma lista que já pesa demais — e no fim da tarde sente que não avançou nada. A lenha continua no chão. O recipiente continua furado. Não é falta de esforço. É que algo, lá dentro, ainda não parou para perguntar: o que estou, de fato, carregando?

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

O «Ouvir» lê o texto com a voz do seu celular.

10:00 · Horário do Papa

Horário do Papa

2 min de leitura

Nesta manhã, o Papa Leão XIV recebeu em audiência, na Sala do Consistório, no Vaticano, artistas e curadores participantes do encontro «A arte da possibilidade: tecer juntos», promovido pelo Dicastério para a Cultura e a Educação.

O Pontífice abriu o discurso agradecendo a colaboração dos presentes com a Santa Sé nos últimos anos, mencionando em particular a montagem do Pavilhão da Bienal de Veneza. Recordou também a visita do Papa Francisco ao Cárcere Feminino da Ilha da Giudecca, observando que aquela experiência não consistiu em «levar a arte para a prisão, mas de permitir que o cárcere, com sua verdade muitas vezes ignorada, ensinasse algo à arte e a todos nós».

Leão XIV afirmou que «para a Igreja, a arte é um lugar fundamental de escuta, onde se pode aprender sobre as aspirações e as feridas da humanidade, sobre sua sede de beleza, justiça e paz, sobre sua busca por sentido». Evocou as palavras do Papa São Paulo VI aos artistas em 1964 — «Precisamos de vocês» — e as retomou em chave atual: «Hoje, eu também lhes digo: a Igreja precisa de vocês. Especialmente nesta era da inteligência artificial, em que se torna urgente distinguir a arte humana daquilo que é produzido pelas máquinas.»

O Papa assinalou que aos algoritmos «faltam a centelha do humano», citando trecho de sua encíclica Magnifica humanitas. Concluiu reiterando o desejo da Igreja de «caminhar ao lado» dos artistas, «para que, juntos, possamos zelar pela magnífica humanidade que nos foi confiada».


Oração

Senhor, sustentai o Santo Padre no exercício do ministério petrino, concedendo-lhe firmeza na guarda do depósito da fé recebido dos Apóstolos. Dai-lhe prudência pastoral em cada encontro e decisão, e fortalecei a unidade e a paz na vossa Igreja. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

O «Ouvir» lê o texto com a voz do seu celular.

12:00 · Exame de consciência

Exame de Consciência — Meio-dia

1 min de leitura

O sol está no alto — e Tu também estás. Parar um instante ao meio-dia é deixar que a luz de fora encontre a luz de dentro.

Senhor, paro. Não para me examinar, mas para Te encontrar. Tu me vês — e me vês com amor. Fico aqui um instante, em silêncio.

Obrigado pela manhã que passou: pelo trabalho que teve sentido, pelas pessoas que cruzaram meu caminho, pelo pão que não me faltou. E obrigado porque hoje os anjos guardam — como Jesus disse aos discípulos que os anjos dos pequenos contemplam sempre o rosto do Pai. Tudo o que recebi esta manhã veio de Ti.

Sei que não fui inteiro esta manhã. Houve pressa, houve fechamento, houve momentos em que me esqueci de Ti no meio do barulho. Não dramatizo — só reconheço.

Pai, perdoa. A Tua misericórdia é maior do que qualquer distração ou recusa minha. Levanto-me e continuo — não com culpa, mas com confiança no Teu amor.

Para a tarde, peço uma coisa só: que eu veja, em quem estiver diante de mim, alguém que o Teu anjo guarda com o mesmo cuidado com que me guardas. Conta comigo, Senhor — e eu conto contigo.

Pai Nosso...

Nunc coepi — Agora começo.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

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O «Ouvir» lê o texto com a voz do seu celular.

15:00 · Escola Patrística

Escola Patrística

2 min de leitura

João Cassiano · Instituições Cenobíticas

Chegamos ao Livro IV — o último dos quatro que tratam da vida dentro do mosteiro. Antes de Cassiano nos levar aos oito movimentos que perturbam a alma, ele para aqui e nos mostra como um ser humano começa a se transformar. Este trecho guarda o início de tudo: a entrada.

"O jovem acolheu aquela ordem com a sua habitual veneração, sem dar a mínima importância ao absurdo daquela imposição, e executou-a fielmente todos os dias: levou a água continuamente, tendo de ir buscá-la a duas milhas de distância, durante um ano inteiro."

Cassiano descreve um novato que rega um pau seco e podre, plantado no chão por um ancião, durante um ano. Nenhum broto. Nenhum sinal. E o jovem continua. O que se ensina ali não é a vara — é o desapego do próprio juízo, a disposição de fazer o que parece inútil porque ainda não se tem olhos para ver o que está sendo cultivado por dentro.

O monge leigo conhece esse terreno. É a reunião que não leva a nada, o silêncio que o outro não merece, o esforço que ninguém vai reconhecer. A tentação não é abandonar o pau seco — é abandonar antes de entender por que ele foi plantado. Cassiano diz que o novato que guarda um único denário escondido, uma reserva secreta, foge na primeira dificuldade como pedra lançada de funda. A reserva pode ser dinheiro, mas pode ser também o orgulho de quem só obedece ao que já aprovava.

A formação que Cassiano descreve começa por aí: aprender a não confiar cegamente no próprio julgamento — não porque o julgamento seja sempre errado, mas porque a soberba disfarçada de discernimento é a mais difícil de ver. O ancião não é um tirano; é alguém que já passou pelo mesmo engano e sabe onde ele se esconde.

Há algo de muito concreto nessa pedagogia. Antes de qualquer virtude, antes de qualquer prática, o primeiro movimento é soltar a mão do que achamos que já sabemos.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

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O «Ouvir» lê o texto com a voz do seu celular.

18:00 · Terço e reflexão mariana

Terço e reflexão mariana

1 min de leitura

📿 Prefere rezar em voz alta comigo? Os Mistérios Dolorosos de hoje, do início ao fim:
https://www.thaciosiqueira.com.br/terco/dolorosos/

HORA DO TERÇO 📿
Sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Hoje é sexta-feira — o dia em que a Cruz não é apenas memória, mas presença. E Maria esteve lá. Não como espectadora distante, mas de pé, ao lado do Filho, carregando no coração cada golpe que o corpo dele recebia.

Contemplar os mistérios dolorosos é entrar nesse silêncio que ela guardou. É deixar que a dor de Jesus — a agonia, o sangue, os espinhos, o peso da madeira, a morte — passe também pelo nosso interior, sem pressa, sem desvio.

Deixe o coração quieto por um momento. Traga para esta oração o que você carrega hoje: o cansaço, a relação difícil, o medo que não passa. Maria conheceu cada um desses pesos. Ela não os resolveu com palavras — ficou presente, fiel, de pé.

Peça a ela que ensine você a fazer o mesmo: a permanecer quando tudo convida a fugir, a confiar quando nada parece fazer sentido. O terço não é uma fórmula — é um caminho percorrido ao lado dela, mistério por mistério, até chegar ao outro lado da Cruz.

Mistérios Dolorosos:
1. Agonia no Getsêmani
2. Flagelação
3. Coroação de Espinhos
4. Jesus carrega a Cruz
5. Crucificação e Morte

Rezemos agora o terço, contemplando estes mistérios com olhos de fé. Que cada Ave-Maria seja um passo firme ao lado de Maria, nesta sexta-feira de Cruz.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

O «Ouvir» lê o texto com a voz do seu celular.

21:00 · Completas — oração da noite

Completas — Oração da Noite

7 min de leitura

Tempo litúrgico: Tempo comum
Leituras do dia (santa Missa / liturgia): Ex 23,20-23 | Mt 18,1-5.10
Texto litúrgico oficial (CNBB) — Saltério das Completas, ciclo semanal.


Intróito
V. Vinde, ó Deus, em meu auxílio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.


EXAME DA NOITE

Na presença de Deus
Venho a vós, Senhor, ao fim deste dia. Repouso aqui, diante de vós, e apresento-vos tudo o que se passou — o que recebi e o que desperdicei.

Agradecer
• Agradeço pela palavra de Jesus que me lembrou hoje: a grandeza não está em subir, mas em fazer-me pequeno — e por cada momento em que senti o peso disso como convite, não como humilhação.
• Agradeço pelo anjo que me guardou nos caminhos deste dia, visível nas pessoas que me protegeram, nas situações que não saíram como eu temia e que, mesmo assim, terminaram bem.
• Agradeço por ter sido recebido em algum lugar hoje — por uma palavra, um gesto, uma presença — e por ter podido receber alguém, ainda que de modo imperfeito.

Rever e pedir perdão
• Fui impaciente com quem era menor ou mais lento do que eu esperava.
• Deixei passar momentos de escuta por estar ocupado com o que me parecia mais urgente.
• Falei quando devia ter calado; calei quando devia ter falado.
• Tratei como obstáculo alguém que merecia ser tratado como pessoa.
• Não reconheci a presença de Deus nos pequenos sinais que atravessaram o meu dia.

Propósito ou confiança
Com a vossa graça, amanhã pretendo olhar com mais atenção para quem está ao meu lado — antes de olhar para o que ainda falta fazer.


Hino
Agora que o clarão da luz se apaga,
a vós nós imploramos, Criador:
com vossa paternal misericórdia,
guardai-nos sob a luz do vosso amor.

Os nossos corações sonhem convosco:
no sono, possam eles vos sentir.
Cantemos novamente a vossa glória
ao brilho da manhã que vai surgir.

Saúde concedei-nos nesta vida,
as nossas energias renovai;
da noite a pavorosa escuridão
com vossa claridade iluminai.

Ó Pai, prestai ouvido às nossas preces,
ouvi-nos por Jesus, nosso Senhor,
que reina para sempre em vossa glória,
convosco e o Espírito de Amor.


Salmodia
Ant. De dia e de noite eu clamo por vós.

Salmo 87(88)

Prece de um homem gravemente enfermo

Mas esta é a hora, a hora do poder das trevas (Lc 22,53).

–2 A vós clamo, Senhor, sem cessar, todo o dia, *
e de noite se eleva até vós meu gemido.
–3 Chegue a minha oração até a vossa presença, *
inclinai vosso ouvido a meu triste clamor!

–4 Saturada de males se encontra a minh’alma, *
minha vida chegou junto às portas da morte.
–5 Sou contado entre aqueles que descem à cova, *
toda gente me vê como um caso perdido!

–6 O meu leito já tenho no reino dos mortos, *
como um homem caído que jaz no sepulcro,
– de quem mesmo o Senhor se esqueceu para sempre *
e excluiu por completo da sua atenção.

–7 Ó Senhor, me pusestes na cova mais funda, *
nos locais tenebrosos da sombra da morte.
–8 Sobre mim cai o peso do vosso furor, *
vossas ondas enormes me cobrem, me afogam.

–9 Afastastes de mim meus parentes e amigos, *
para eles tornei-me objeto de horror.
– Eu estou aqui preso e não posso sair, *
10 e meus olhos se gastam de tanta aflição.

– Clamo a vós, ó Senhor, sem cessar, todo o dia, *
minhas mãos para vós se levantam em prece.
–11 Para os mortos, acaso, faríeis milagres? *
poderiam as sombras erguer-se e louvar-vos?

–12 No sepulcro haverá quem vos cante o amor *
e proclame entre os mortos a vossa verdade?
–13 Vossas obras serão conhecidas nas trevas, *
vossa graça, no reino onde tudo se esquece?

–14 Quanto a mim, ó Senhor, clamo a vós na aflição, *
minha prece se eleva até vós desde a aurora.
–15 Por que vós, ó Senhor, rejeitais a minh’alma? *
E por que escondeis vossa face de mim?

–16 Moribundo e infeliz desde o tempo da infância, *
esgotei-me ao sofrer sob o vosso terror.
–17 Vossa ira violenta caiu sobre mim *
e o vosso pavor reduziu-me a um nada!

–18 Todo dia me cercam quais ondas revoltas, *
todos juntos me assaltam, me prendem, me apertam.
–19 Afastastes de mim os parentes e amigos, *
e por meus familiares só tenho as trevas!

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Ant. De dia e de noite eu clamo por vós.


Leitura breve
Tu, Senhor, estás no meio de nós, e teu nome foi invocado sobre nós; não nos abandones, Senhor nosso Deus.


Responsório breve
R. Senhor, em vossas mãos
* Eu entrego o meu espírito. R.Senhor.
V. Vós sois o Deus fiel, que salvastes vosso povo.
* Eu entrego. Glória ao Pai. R.Senhor.


Cântico de Simeão (Nunc dimittis)
Salvai-nos, Senhor, quando velamos,
guardai-nos também quando dormimos!
Nossa mente vigie com o Cristo,
nosso corpo repouse em sua paz!

Cântico de Simeão Lc 2,29-32

Cristo, luz das nações e glória de seu povo

–29 Deixai, agora, vosso servo ir em paz, *
conforme prometestes, ó Senhor.

–30 Pois meus olhos viram vossa salvação *
31 que preparastes ante a face das nações:

–32 uma Luz que brilhará para os gentios *
e para a glória de Israel, o vosso povo.

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Ant. Salvai-nos, Senhor, quando velamos,
guardai-nos também quando dormimos!
Nossa mente vigie com o Cristo,
nosso corpo repouse em sua paz!


Oração final
Concedei-nos, Senhor, de tal modo unir-nos ao vosso Filho morto e sepultado, que mereçamos ressurgir com ele para uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.


ORAÇÃO DE ENTREGA

Senhor, entrego-vos este dia com tudo o que ele teve — o que foi bom e o que ficou incompleto.
Guardai o meu sono como guardais os pequenos de que Jesus falou hoje.
Que o vosso anjo permaneça ao meu lado nesta noite, como permaneceu ao longo do caminho.
Consagro-vos o descanso que começa agora, e peço a Nossa Senhora que cubra com sua oração o que as minhas palavras não souberam dizer.
Amanhã, se vós o quiserdes, recomeço. 🌙


Antífona final de Nossa Senhora
Salve, Rainha, Mãe de misericórdia,
vida doçura, esperança nossa, Salve!
A vós bradamos os degredados filhos de Eva,
a vós suspiramos gemendo e chorando
neste vale de lágrimas!
Eia, pois, Advogada nossa,
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai-nos Jesus,
bendito fruto do vosso ventre!
Ó clemente, ó piedosa,
ó doce sempre Virgem Maria.

Em latim

Salve, Regína, Mater misericórdiae,
vita, dulcédo, et spes nostra, salve.
Ad te clamámus, éxsules fílii Evae,
Ad te suspirámus, geméntes et flentes
in hac lacrimárum valle.
Eia, ergo, advocáta nostra,
illos tuos misericórdes óculos
ad nos convérte.
Et Iesum, benedíctum fructum ventris tui,
nobis post hoc exsílium osténde.
O clemens, o pia, o dulcis Virgo Maria.


Bênção
O Senhor todo-poderoso nos conceda uma noite tranquila
e, no fim da vida, uma morte santa.
R. Amém.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

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