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sábado, 24 de outubro de 2026 — a formação do dia.

Agora · 08:00 · Sentença dos Padres do DesertoHora das Sentenças dos Padres do DesertoVou contar uma história curta sobre dois monges antigos que viviam no deserto — sobre o que significa fazer negócio sem deixar a boca falar mais do que o necessário.Ler agora1 min de leitura

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← Hoje1 de 6
05:00 · Oração da manhã

Oração Mental da Manhã

4 min de leitura

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.

Graça que peço
Dai-me, Senhor, uma conversão verdadeira e o fruto que esperais de mim neste ano que ainda me concedeis.

Evangelho de hoje
Lc 13,1-9

Vós pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem sofrido tal coisa? Eu vos digo que não. Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo.

Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. Foi até ela procurar figos e não encontrou.

Já faz três anos que venho procurando figos nesta figueira e nada encontro. Corta-a! Por que está ela inutilizando a terra?

Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e colocar adubo. Pode ser que venha a dar fruto. Se não der, então tu a cortarás.

Reflexão guiada

1. A torre de Siloé

Algumas pessoas chegam a Jesus com uma notícia: galileus mortos por Pilatos, e o sangue deles misturado ao dos sacrifícios que ofereciam. Jesus mesmo lembra outra tragédia, a dos dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu sobre eles.

Diante dessas mortes, Ele recusa a conta fácil. Aquelas vítimas eram tão pecadoras quanto os outros moradores, nem mais, nem menos. A desgraça de alguém não mede o seu pecado.

Em seguida vem a palavra que muda a direção da conversa: se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo. Jesus tira da vida alheia os olhos de quem o ouve e os volta para o próprio coração.

A advertência é forte, e o Senhor não a suaviza. Ele fala assim porque ama e quer salvar quem o escuta.

2. Três anos sem figos

Uma notícia triste chega pelo celular, e o comentário sai quase sem pensar: alguma coisa ele fez. É fácil explicar o sofrimento dos outros e deixar a própria vida sem exame. Jesus fecha esse caminho com firmeza.

Depois conta a parábola. O dono vem à figueira procurar figos e não encontra nada, e isso já faz três anos. A ordem é dura: Corta-a! A árvore ocupa a terra sem dar o que se espera dela.

Talvez você reconheça essa figueira em algum canto da sua vida: a oração deixada sempre para amanhã, o perdão que não sai, um pecado que virou costume e já nem incomoda.

Diga isso a Deus com simplicidade. Ele procura fruto porque plantou com amor, e quem reconhece a própria esterilidade diante dele já deu o primeiro passo da conversão.

3. Ainda este ano

Então entra o vinhateiro e pede tempo para a figueira: Senhor, deixa a figueira ainda este ano. E se compromete com o trabalho de cavar em volta e colocar adubo. A tradição da Igreja reconhece nesse vinhateiro o próprio Cristo, que intercede por nós.

O ano que você está vivendo é esse ano a mais. O Senhor cava em volta da sua vida com a Palavra, os sacramentos, as pessoas que corrigem com caridade. Esta oração da manhã é adubo posto na raiz.

A parábola termina em aberto: pode ser que venha a dar fruto. E também lembra que o prazo tem fim. Por isso o tempo de hoje pede seriedade.

A aclamação do Evangelho deixa clara a vontade de Deus: Ele não quer a morte do pecador; quer que ele volte, se converta e tenha vida. A carta aos Efésios fala de crescer até a estatura de Cristo, e a figueira cresce assim, um fruto de cada vez.

Colóquio

Tenho ocupado a terra sem dar o fruto que esperais de mim. Muitas vezes olhei para a desgraça dos outros e me esqueci de olhar para o meu pecado. Perdoai-me por isso.

Obrigado pela paciência com que voltais, ano após ano, procurando figos na minha vida. Obrigado por este ano a mais, que eu não mereci. Reconheço em Jesus o vinhateiro que intercede por mim.

Cavai em volta do meu coração, mesmo quando isso doer. Tirai a dureza que impede a raiz de beber. Dai-me uma conversão verdadeira, que apareça em obras. Não deixeis que eu adie para amanhã aquilo que me pedis agora.

Guardai-me de julgar os irmãos e fazei de mim uma árvore que alimente quem passa. A Vós entrego este dia e o tempo que ainda me dais. Amém.

Propósito do dia: 🌱

Na primeira notícia de desgraça alheia que chegar a mim, pelo celular ou numa conversa, seguro o comentário sobre a culpa de quem sofreu. No lugar dele, rezo em silêncio uma Ave-Maria por aquela pessoa e pelos seus. Em seguida, digo ao Senhor de coração: convertei-me primeiro e dai-me fruto ainda este ano. Repito o gesto a cada notícia assim, até a noite.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

O «Ouvir» lê o texto com a voz do seu celular.

← Hoje2 de 6
08:00 · Sentença dos Padres do Deserto

Hora das Sentenças dos Padres do Deserto

1 min de leitura

Vou contar uma história curta sobre dois monges antigos que viviam no deserto — sobre o que significa fazer negócio sem deixar a boca falar mais do que o necessário.

A sentença de hoje

Dizia-se dele e de Abba Amoun que, quando tinham algo para vender, diziam o preço uma única vez e aceitavam em paz, em silêncio, o que lhes era dado. Da mesma forma, quando queriam comprar alguma coisa, pagavam o preço pedido em silêncio, pegavam o objeto e não acrescentavam mais nenhuma palavra.

Agatão — dito 16. Sentenças dos Padres do Deserto, coleção alfabética (trad. inglesa de Benedicta Ward, SLG). Tradução nossa.

Há uma leveza estranha em quem não precisa vencer na última palavra. Pagar o preço pedido, receber o que vem — e ir embora. Sem a pequena batalha que a maioria trava por hábito, quase sem perceber. O silêncio deles não era resignação: era uma forma de confiar que o mundo não precisa ser corrigido a cada troca.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

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← Hoje3 de 6
12:00 · Exame de consciência

Exame de Consciência — Meio-dia

1 min de leitura

O sol está no alto e o dia já tem peso. Parar agora não é perder tempo — é encontrar de onde vem a força para continuar.

Senhor, paro. Não para me analisar, mas para Te encontrar. Tu me vês agora — e me vês com amor. Fico aqui um instante, em silêncio.

Obrigado pela manhã que passou. Pelo trabalho que tive nas mãos, pelas pessoas que cruzaram meu caminho, pelo pão de hoje. E obrigado porque Tu não esperaste que eu fosse perfeito para estar perto — como o pai que corre ao encontro do filho ainda de longe, tudo o que recebi esta manhã veio de Ti.

Sei que não fui inteiro esta manhã. Houve pressa, houve fechamento, houve momentos em que Te esqueci completamente. Não dramatizo — só reconheço, com honestidade, que faltou presença.

Pai, perdoa. A Tua misericórdia é maior do que qualquer falha desta manhã. Não fico parado no que errei — me levanto e continuo, confiando em Ti.

Para a tarde, peço uma coisa só: que eu escute antes de responder — a quem precisar de mim, ao trabalho que ainda está por fazer, à Tua voz quieta no meio do barulho. Conta comigo, Senhor — e eu conto contigo.

Pai Nosso...

Nunc coepi — Agora começo.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

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← Hoje4 de 6
15:00 · Escola Patrística

Escola Patrística

2 min de leitura

João Cassiano · Instituições Cenobíticas

Estamos no Livro XI — o sétimo dos oito combates que Cassiano descreve. Só falta a soberba, e o livro fecha. Este trecho de hoje guarda o que há de mais desconcertante em toda a seção: o vício que cresce exatamente onde a virtude cresceu.

"O pensamento da vanglória possui um domínio ilimitado, abarcando quase todo o universo, e abre as portas a todos os demônios — como um celerado que entrega uma cidade."

Evágrio, que viveu no deserto egípcio no século IV, escreveu isso com a precisão de quem conhecia o inimigo por dentro. E o que ele descreve não é um pecado de principiante. É o perigo de quem já avançou.

Cassiano vai na mesma direção: a vanglória não recua quando é derrotada — ela renasce do próprio campo da vitória. O soldado que resistiu à carne, ao desânimo, à ira, ao apego, encontra agora um adversário que usa as suas conquistas como munição. Quanto mais limpa a vida, mais material ele tem para trabalhar.

O monge leigo que acorda cedo para rezar, que escolhe o silêncio quando poderia falar, que perdoa quando poderia guardar mágoa — esse monge conhece, mesmo sem nomear, o momento em que um pensamento sutil pergunta: "alguém viu?" Não é um grito. É um sussurro. E Evágrio diz que esse sussurro abre portas.

O que torna isso tão difícil é que a vanglória (kenodoxia, em grego — literalmente, "glória vazia") se mistura às virtudes como névoa entre árvores: você enxerga as árvores, mas a névoa já está lá. Cassiano usa a imagem de uma batalha noturna — sem linha clara entre amigo e inimigo.

Não há aqui motivo para escrúpulo. Há motivo para atenção. A alegria do bem feito é boa e legítima; o apetite pelo olhar alheio é outra coisa — e a diferença entre os dois, Cassiano e Evágrio passaram a vida inteira aprendendo a ver.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

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← Hoje5 de 6
18:00 · Terço e reflexão mariana

Terço e reflexão mariana

1 min de leitura

📿 Prefere rezar em voz alta comigo? Os Mistérios Gozosos de hoje, do início ao fim:
https://www.thaciosiqueira.com.br/terco/gozosos/

HORA DO TERÇO 📿
sábado, 24 de outubro de 2026

Jesus fala hoje de uma figueira que ainda não deu fruto — e de um vinhateiro que pede mais um ano, que cava, que aduba, que espera. É uma imagem de paciência que vem de dentro, não de indiferença.

Maria conheceu essa espera. Cada mistério gozoso começa com um sim dado antes de ver o resultado. A Anunciação não tinha garantias visíveis. A Visitação era um caminho longo para servir. O Belém da manjedoura não era o que ninguém imaginava. E ainda assim ela foi, carregou, adorou.

Contemple agora essa figueira que é a sua própria vida. Talvez você sinta que ainda não deu o fruto que devia. O Senhor não abandona o que planta — ele cava em volta, ele espera. Maria nos ensina a ficar de pé nessa espera, sem ansiedade, com o coração aberto à graça que ainda está chegando.

Deixe que cada Ave-Maria desta hora seja um pouco de adubo nessa terra que é você.

Mistérios Gozosos:
1. Anunciação
2. Visitação
3. Nascimento de Jesus
4. Apresentação no Templo
5. Encontro no Templo

Rezemos agora o terço, contemplando estes mistérios com a serenidade de quem confia que o Senhor ainda está trabalhando em nós — e que Maria intercede por cada coração que ainda aguarda dar fruto.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

O «Ouvir» lê o texto com a voz do seu celular.

← Hoje6 de 6
21:00 · Completas — oração da noite

Completas — Oração da Noite

6 min de leitura

Tempo litúrgico: Tempo comum
Leituras do dia (santa Missa / liturgia): Ef 4,7-16 | Lc 13,1-9
Texto litúrgico oficial (CNBB) — Saltério das Completas, ciclo semanal.


Intróito
V. Vinde, ó Deus, em meu auxílio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.


EXAME DA NOITE

Na presença de Deus
Venho a vós, Senhor, ao fim deste sábado. Repouso aqui, em silêncio, e apresento-vos este dia inteiro.

Agradecer
• Agradeço a paciência que vós exercestes sobre mim — como o vinhateiro que pede mais um ano, vós não desististes de mim hoje, e isso me sustentou.
• Agradeço cada momento em que reconheci, mesmo que tarde, a vossa graça agindo onde eu não plantei nada.
• Agradeço a comunidade que me cerca, os que me ensinaram, os que me corrigiram — sinais vivos de que o vosso corpo cresce e me carrega.

Rever e pedir perdão
• Fui impaciente com quem não merecia minha impaciência.
• Deixei palavras duras saírem antes de pensar.
• Negligenciei um dever que sabia ser meu.
• Julguei alguém pelo que sofreu, como se o sofrimento fosse prova de culpa.
• Fui lento em me converter no que sabia que precisava mudar.

Propósito ou confiança
Com a vossa graça, amanhã quero ser mais atento ao que vós já estais fazendo em mim — antes de exigir fruto de mim mesmo.


Hino
Agora que o clarão da luz se apaga,
a vós nós imploramos, Criador:
com vossa paternal misericórdia,
guardai-nos sob a luz do vosso amor.

Os nossos corações sonhem convosco:
no sono, possam eles vos sentir.
Cantemos novamente a vossa glória
ao brilho da manhã que vai surgir.

Saúde concedei-nos nesta vida,
as nossas energias renovai;
da noite a pavorosa escuridão
com vossa claridade iluminai.

Ó Pai, prestai ouvido às nossas preces,
ouvi-nos por Jesus, nosso Senhor,
que reina para sempre em vossa glória,
convosco e o Espírito de Amor.


Salmodia
Ant. 1 Ó Senhor, tende piedade, e escutai minha oração!

Salmo 4

O Senhor fez maravilhas naquele que ressuscitou dos mortos (Sto. Agostinho).

=2 Quando eu chamo, respondei-me, ó meu Deus, minha justiça! †
Vós que soubestes aliviar-me nos momentos de aflição,*
atendei-me por piedade e escutai minha oração!

–3 Filhos dos homens, até quando fechareis o coração? *
Por que amais a ilusão e procurais a falsidade?
–4 Compreendei que nosso Deus faz maravilhas por seu servo, *
e que o Senhor me ouvirá quando lhe faço a minha prece!

–5 Se ficardes revoltados, não pequeis por vossa ira;*
meditai nos vossos leitos e calai o coração!

–6 Sacrificai o que é justo, e ao Senhor oferecei-o; *
confiai sempre no Senhor, ele é a única esperança!
–7 Muitos há que se perguntam: ‘Quem nos dá felicidade?’*
Sobre nós fazei brilhar o esplendor de vossa face!

–8 Vós me destes, ó Senhor, mais alegria ao coração, *
do que a outros na fartura do seu trigo e vinho novo.

–9 Eu tranquilo vou deitar-me e na paz logo adormeço, *
pois só vós, ó Senhor Deus, dais segurança à minha vida!

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Ant. Ó Senhor, tende piedade, e escutai minha oração!

Ant. 2 Bendizei o Senhor Deus durante a noite!

Salmo 133(134)

Oração da noite no templo

Louvai o nosso Deus todos os seus servos e todos os que o temeis, pequenos e grandes! (Ap 19,5).

–1 Vinde, agora, bendizei ao Senhor Deus, *
vós todos, servidores do Senhor,
– que celebrais a liturgia no seu templo, *
nos átrios da casa do Senhor.

–2 Levantai as vossas mãos ao santuário, *
bendizei ao Senhor Deus a noite inteira!
–3 Que o Senhor te abençoe de Sião, *
o Senhor que fez o céu e fez a terra!

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Ant. Bendizei o Senhor Deus durante a noite!


Leitura breve
Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças. E trarás gravadas em teu coração todas estas palavras que hoje te ordeno. Tu as repetirás com insistência aos teus filhos e delas falarás quando estiveres sentado em tua casa, ou andando pelos caminhos, quando te deitares, ou te levantares.


Responsório breve
R. Senhor, em vossas mãos
* Eu entrego o meu espírito. R.Senhor.
V. Vós sois o Deus fiel, que salvastes vosso povo.
* Eu entrego. Glória ao Pai. R.Senhor.


Cântico de Simeão (Nunc dimittis)
Salvai-nos, Senhor, quando velamos,
guardai-nos também quando dormimos!
Nossa mente vigie com o Cristo,
nosso corpo repouse em sua paz!

Cântico de Simeão Lc 2,29-32

Cristo, luz das nações e glória de seu povo

–29 Deixai, agora, vosso servo ir em paz, *
conforme prometestes, ó Senhor.

–30 Pois meus olhos viram vossa salvação *
31 que preparastes ante a face das nações:

–32 uma Luz que brilhará para os gentios *
e para a glória de Israel, o vosso povo.

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Ant. Salvai-nos, Senhor, quando velamos,
guardai-nos também quando dormimos!
Nossa mente vigie com o Cristo,
nosso corpo repouse em sua paz!


Oração final
Ficai conosco, Senhor, nesta noite, e vossa mão nos levante amanhã cedo, para que celebremos com alegria a ressurreição de vosso Cristo. Que vive e reina para sempre. Amém.


ORAÇÃO DE ENTREGA

Senhor, entrego-vos este dia com tudo o que nele houve — o que cresceu e o que ainda está seco.
Guardai meu sono e meu coração.
Que Nossa Senhora interceda por mim nesta noite,
e que meu Anjo da Guarda vele enquanto descanso.
Nas vossas mãos, Pai, entrego meu espírito.


Antífona final de Nossa Senhora
Salve, Rainha, Mãe de misericórdia,
vida doçura, esperança nossa, Salve!
A vós bradamos os degredados filhos de Eva,
a vós suspiramos gemendo e chorando
neste vale de lágrimas!
Eia, pois, Advogada nossa,
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai-nos Jesus,
bendito fruto do vosso ventre!
Ó clemente, ó piedosa,
ó doce sempre Virgem Maria.

Em latim:

Salve, Regína, Mater misericórdiae,
vita, dulcédo, et spes nostra, salve.
Ad te clamámus, éxsules fílii Evae,
Ad te suspirámus, geméntes et flentes
in hac lacrimárum valle.
Eia, ergo, advocáta nostra,
illos tuos misericórdes óculos
ad nos convérte.
Et Iesum, benedíctum fructum ventris tui,
nobis post hoc exsílium osténde.
O clemens, o pia, o dulcis Virgo Maria.


Bênção
O Senhor todo-poderoso nos conceda uma noite tranquila
e, no fim da vida, uma morte santa.
R. Amém.

Prof. Thácio Siqueira, Terapeuta Católico

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